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segunda-feira, 7 de maio de 2018


Olá pessoal!


Como vocês devem saber, além do Planeta Unix eu também mantenho o blog da Bóson Treinamentos - www.bosontreinamentos.com.br - e  o canal do YouTube homônimo.

O trabalho para manter esses sites e o canal online é muito grande, e além de trabalhar neles eu também mantenho alguns outros projetos específicos e tenho um emprego em tempo integral. É bastante cansativo, mas recompensador, pois percebo que todo o material que eu crio e disponibilizo tem ajudado a muitas pessoas que procuram por conhecimentos específicos.

Porém, de uns tempos para cá a carga de trabalho tem aumentado muito, e depois de refletir muito sobre o assunto, acabei concluindo que não há como eu continuar mantendo todos os projetos em funcionamento. Por isso tive de tomar a difícil decisão de eliminar um dos projetos - e o projeto fatidicamente escolhido foi este blog, Planeta Unix.

Nos próximos meses o blog será excluído, e desde já as postagens realizadas aqui cessarão. Assim, poderei me concentrar mais no blog principal, da Bóson Treinamentos, e em seu canal de vídeos no YouTube.

O material aqui existente NÃO será perdido - irei migrar as postagens para o blog da Bóson aos poucos. Conforme as postagens forem sendo migradas, irão sendo excluídas daqui, para evitar conteúdo duplicado na Internet.

Espero que compreendam minha decisão - o objetivo final é poder criar material com mais qualidade e foco, com menor intervalo entre as postagens.

Agradeço imensamente a todos que me acompanham, e espero que vocês possam usufruir dos materiais que continuarei a criar, cada vez mais, na Bóson Treinamentos em Tecnologia.

Até lá!


sábado, 21 de abril de 2018

Descobrir diretório atual com pwd no Linux


Visualizando o diretório corrente com o comando pwd no Linux

Comando PWD      

O comando pwd permite imprimir o nome do diretório de trabalho atual (caminho completo) no terminal do Linux / Unix

SINTAXE
       pwd [opções]...

OPÇÕES

       -L, --logical
          usar o PWD do ambiente, mesmo que ele contenha links simbólicos

       -P, --physical
          Evitar todos os links simbólicos

       --help
          Mostrar a ajuda e sair

       --version
          Mostrar informações sobre a versão e sair

       Se nenhuma opção for especificada, será assumida a opção -P.

Exemplo


1 - Ver o diretório atual (corrente):
$ pwd

Saída:
Comando pwd no Linux - descobrir o diretório atual

De acordo com a saída mostrada, o diretório atual (aberto) é o /home/fabio, diretório pessoal do usuário fabio (também denotado pelo símbolo $ no prompt de comandos).




quarta-feira, 11 de abril de 2018

Gerenciando grupos no Linux com gpasswd

Gerenciando grupos no Linux com gpasswd

O comando gpasswd permite administrar os arquivos /etc/group e /etc/gshadow, efetivamente permitindo o gerenciamento de grupos no sistema.

Com este comando é possível determinar administradores e senhas para os grupos, além é claro de gerenciar seus membros.

Sintaxe:

gpasswd [opções] [usuário] grupo

Se executado sem opções o comando permite criar ou alterar uma senha para o grupo

Opções:

-a usuários Adiciona os usuários ao grupo
-d  Remove o usuário do grupo especificado.
-r  Remove a senha de um grupo
-A usuário grupo Torna o usuário administrador (proprietário) do grupo
-R Desabilita o acesso ao grupo através do comando newgrp
-M usuários Definir os membros do grupo e todos os seus direitos.

De acordo com as páginas de manual do comando, quando não há senhas definidas para um grupo, somente os membros do grupo podem usar o comando newgrp para adicionar novos usuários ao grupo.

As informações sobre os grupos no sistema ficam localizadas no arquivo /etc/group. Já o arquivo /etc/gshadow possui informações sobre os grupos seguros.

Observação sobre senhas de grupos: Quando um grupo não possui uma senha definida, somente seus membros poderão usar o comando newgrp para adicionar novos usuários ao grupo em si.

Se o grupo possuir senha configurada, um usuário qualquer pode se tornar membro dele simplesmente executando o comando newgrp e fornecendo a senha do grupo.

Idealmente, somente o administrador deveria ser capaz de adicionar membros a um grupo, ou ainda os próprios proprietários dos grupos. Fornecer senhas para que outros usuários possam realizar essa tarefa pode se tornar um problema de segurança no sistema.

Exemplos:

1. Como adicionar um usuário a um grupo
Vamos adicionar o usuário fabio ao grupo planilhas usando o comando gpasswd:
# gpasswd -a fabio planilhas

2. Como remover um usuário de um grupo
Para excluir um usuário de um grupo do sistema, usamos a opção -d:

Exemplo: remover o usuário fabio do grupo planilhas:
# gpasswd -d fabio planilhas

3. Tornar os usuários monica, sophia e renato membros do grupo memorandos (ajustando a lista de usuários do grupo):
# gpasswd -M monica,sophia,renato memorandos

4. Configurar o usuário fabio como administrador do grupo docs:
# gpasswd -A fabio docs

5. Configurar uma senha para o grupo de nome planilhas:
# gpasswd planilhas
Será pedida a senha para o grupo, e depois a confirmação da senha.

6. Adicionar a usuária logada ana ao grupo planilhas usando a senha do grupo (ela própria se adicionará ao grupo):
$ newgrp planilhas
Será pedida a senha do grupo. Se o grupo não possuir senha configurada não será possível a própria usuária se tornar membra, sem que tenha permissões de administrador.



segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Como adicionar um usuário a um grupo no Linux via terminal

Como adicionar um usuário a um grupo no Linux via terminal

Como devemos proceder para adicionar um usuário a um grupo no sistema operacional Linux? Tornar um usuário membro de um grupo é uma tarefa simples, que pode ser realizada com o uso dos comandos useradd, adduser, gpasswd ou usermod no terminal.

Os comandos useradd e adduser (que é um script na verdade) permitem criar um novo usuário no sistema, e além disso também permitem adicionar um usuário já existente a um grupo determinado. Já o comando usermod permite modificar a conta de um usuário, e isso inclui torná-lo membro de grupos existentes no sistema.Também vamos mostrar o comando gpasswd, que entre outras coisas permite gerenciar os grupos do sistema.

Grupos primários e grupos secundários

Grupo Primário - É o grupo criado juntamente com o usuário. Normalmente é igual ao seu nome de login.
Grupos Secundários - Os usuários também podem ser membros de outros grupos no sistema Linux. São muito úteis para realizar compartilhamento de arquivos, diretórios, dar permissões e outros elementos.

As informações sobre os grupos do sistema e usuários membros ficam armazenadas no arquivo /etc/group, o qual possui um lista dos grupos e seus respectivos membros.

Exemplos de comandos

Como adicionar um usuário a um grupo:
1. Vamos adicionar o usuário monica ao grupo marketing:
# adduser monica marketing

2. Também podemos adicionar um usuário a um grupo usando o comando gpasswd:
# gpasswd -a usuário grupo
Por exemplo, adicionando monica ao grupo rh:
# gpasswd -a monica rh

3. Podemos definir um novo grupo primário para o usuário com o comando usermod seguido da opção -g. Por exemplo, vamos trocar o grupo primário da monica (que é "monica") para grupo engenheiros:
# usermod -g engenheiros monica

4. Ainda com o comando usermod, podemos tornar o usuário membro de vários grupos secundários (suplementares) especificados ao mesmo tempo. Vamos alterar a lista de grupos secundários e tornar a usuária monica membro dos grupos planilhas e memorandos:
# usermod -G planilhas,memorandos monica

5. Note que no exemplo anterior o nosso usuário foi adicionado aos grupos planilhas e memorandos, porém foi retirado dos outros grupos secundários dos quais era membro, como o grupo rh.
Para que o usuário continue sendo membro dos grupos e seja acrescentado a novos grupos, sem deixar de ser membro dos anteriores, acrescente a opção -a ao comando anterior:
# usermod -aG planilhas,memorandos monica


Verificando

Verifique se o usuário foi adicionado a um grupo usando o comando groups seguido do nome do usuário:
$ groups monica

Os grupos dos quais o usuário é membro aparecem listados em sequência, sendo que o primeiro grupo é o grupo primário do usuário e os demais são os grupos secundários.

Removendo usuários de um grupo no Linux

E se quisermos remover um usuário de um grupo? Podemos para isso usar o comando deluser, com a sintaxe a seguir:
# deluser usuário grupo

Por exemplo, vamos excluir a monica do grupo de memorandos:
# deluser monica memorandos

Tome cuidado para não esquecer de incluir o nome do grupo ao executar esse comando, pois você pode acabar excluindo a conta do usuário do sistema em vez de apenas retirá-lo de um grupo!
Uma forma mais segura de excluir um usuário de um grupo é por meio do comando gpasswd, como segue:

Sintaxe:
# gpasswd -d usuário grupo

Exemplo: Remover o usuário monica do grupo planilhas:
# gpasswd -d monica planilhas


terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Como instalar o csh e tcsh e alterar o shell padrão no Linux

Como instalar o csh e tcsh e alterar o shell padrão no Linux

O shell padrão na maioria das distribuições Linux é o shell Bash. Porém, é possível instalar e usar outros shells, com recursos e funcionalidades diferentes do bash, sendo úteis em muitos contextos.

Neste artigo vou mostrar como instalar os shells csh e tcsh e como tornar cada um deles o shell padrão do sistema.

O shell csh ("C Shell") é um processador de comandos que incorpora um mecanismo de histórico, wildcards, piping, substituição de comandos, variáveis e estruturas de controle, teste de condições e iteração, controle de jobs, nomes de arquivo interativos, e usa uma sintaxe parecida com a da linguagem C. Pode ser usado como um shell de login e também para a criação de script do shell.

Já o shell tcsh é uma versão aprimorada e totalmente compatível do csh, com recursos adicionais, como completar comandos e nomes de arquivos (auto-completion), edição na linha de comandos e algumas outras funcionalidades. Este shell é o shell root nativo em sistemas BSD, como o FreeBSD.

Instalação dos shells csh e tcsh

Para instalar os shells no Debian e derivados use os comandos a seguir:
$ sudo apt-get install csh
$ sudo apt-get install tcsh

Para instalar os shells no Red Hat ou CentOS:
# yum install tcsh
# yum install csh

E para instalar os shells no Linux Fedora execute:
$ sudo dnf install csh
$ sudo dnf install tcsh

Após instalar os shells, vamos descobrir o caminho de cada um usando o comando which. Vamos precisar dessa localização para poder efetuar a alteração do shell padrão posteriormente:
$ which csh
Resultado em meu sistema:
/bin/csh

$ which tcsh
Resultado em meu sistema:
/usr/bin/tcsh

Para usar o shell durante a sessão atual, basta invocá-lo de dentro do terminal:
$ csh

$ tcsh

Para sair e retornar ao shell padrão atual (geralmente o bash), basta emitir o comando exit.
$ exit

Configurando o shell padrão da conta

Para configurar um novo shell padrão para uma conta, efetue login com a conta desejada, e execute o comando chsh ("Change Shell"):
$ chsh

Quando solicitado, entre com o caminho do shell desejado, obtido anteriormente com o comando which, e pressione enter para realizar a alteração:

Alterando o shell padrão para csh no Linux

Opcionalmente, você pode usar a opção -s do comando chsh e passar diretamente no comando o caminho do shell desejado, em vez de usar o comando interativo mostrado acima:
$ chsh -s /bin/csh

Para verificar se a alteração foi realizada com sucesso, visualize o arquivo /etc/passwd, o qual mostra o shell padrão configurado atualmente para as contas de usuários.
Veja abaixo que o shell padrão para o usuário fabio foi alterado para o csh:

Shell csh como padrão no Linux


Faça logoff e efetue login novamente para utilizar o novo shell padrão no terminal do Linux.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Desempacotar arquivos zipados com unzip no Linux

Como desempacotar e descomprimir arquivos com unzip no Linux

No tutorial anterior mostramos como trabalhar com o utilitário zip para empacotar e comprimir arquivos no Linux.
Agora vamos mostrar o processo inverso, que é o desempacotamento e descompressão de arquivos zipados, utilizando para isso o comando unzip.

Caso o utilitário unzip não esteja instalado em seu sistema, use seu gerenciador de pacotes preferido para instalá-lo. Por exemplo, no Debian executamos:
$ sudo apt-get install unzip

Sintaxe:

$ unzip [opções] arquivo-zipado

Exemplos:

1. Visualizar o conteúdo de um arquivo comprimido com zip:
$ unzip -l arq.zip

2. Informações detalhadas podem ser obtidas com a opção -v (modo verboso):
$ unzip -v arq.zip

3. Descompactar de forma simples o arquivo de nome arq.zip:
$ unzip arq.zip

4. Caso o arquivo a descompactar possua um nome composto por várias palavras, basta usar aspas:
$ unzip "arquivo a descompactar.zip"

5. Descompactar os arqiuvos e enviálos para outro diretório:
$ unzip arq.zip -d diretório-de-destino
Por exemplo:
$ unzip arq.zip -d /home/fabio/Documentos

6. Também podemos testar se os arquivos são válidos dentro do arquivo zipado, antes de extrai-los, usando a opção -t (CRC - Verificação de Redundância Cíclica):
$ unzip -t arq.zip

7. Caso o arquivo zipado esteja protegido por senha, pode-se a opção -P seguida da senha:
$ unzip -P senha arq.zip

Na prática, não é necessário usar a opção -P, pois ao tentar descompactar um arquivo zipado protegido com senha com o unzip, automaticamente a senha será pedida no terminal.

8. Descompactar um arquivo zipado sem mostrar os arquivos na tela imediatamente:
$ unzip -q arq.zip

Há muitas outras opções disponíveis para os comandos zip e unzip, que podem ser consultadas em suas respectivas páginas de manual, usando o comando man.


sábado, 6 de janeiro de 2018


Como empacotar e comprimir arquivos com o comando zip no Linux


Empacotamento e compressão de arquivos com zip


Existem vários utilitários que podem ser utilizados para empacotar e compactar arquivos no Linux usando a linha de comandos. Neste tutorial vamos abordar o utilitário zip para realizar essas tarefas com arquivos em seu sistema.

É possível que sua distribuição não traga o utilitário zip instalado por padrão. Neste caso, instale-o utilizando seu gerenciador de pacotes favorito. Por exemplo, no Debian use:
# apt-get install zip

Sintaxe do comando zip:

zip [opções] nome_arquivo_zipado [arquivos]

Exemplos de aplicação do zip:


1 - Criar um arquivo zipado, nomeado como "planilha.zip", a partir de um arquivo de nome planilha.odt:
$ zip planilha planilha.odt


Os arquivos criados com o comando zip possuem a extensão .zip.

2 - Vamos visualizar o conteúdo de um arquivo zipado, executando o comando zipinfo:
$ zipinfo nome_arquivo_zipado

3 - Caso seja necessário incluir também o conteúdo dos subdiretórios no arquivo zipado, usamos a opção -r:
$ zip -r nome_arquivo_zipado *

4 - Se posteriormente for necessário acrescentar mais arquivos ao arquivo compactado, basta executar novamente o comando usado para criar o arquivo zipado, informando o arquivo a ser incluído:
$ zip planilha planilha-imposto.odt

5 - Caso você queira excluir arquivos de dentro do arquivo zipado, use a opção -d seguida do nome do arquivo a excluir:
$ zip planilha -d planilha.odt

6 - Para criar um arquivo compactado contendo todos os arquivos presentes no diretório atual:
$ zip arquivos-zipados * 

7 - Ou ainda podemos criar um arquivo compactado contendo todos os arquivos presentes no diretório atual, cujo nome começa com "arq":
$ zip arquivos-zipados arq*

8 - Se quiser personalizar o processo de compactação, mostrando por exemplo informações sobre o progresso do processo, pode usar as seguintes opções:
    -db = mostrar quantos bytes foram compactados e quantos ainda faltam
    -dc = mostrar uma contagem dos arquivos zipados e quantos ainda faltam
    -dd = mostrar pontinhos na tela para cada 10MB de arquivos que foram compactados
    -ds = configurar a frequência com a qual os pontinhos irão aparecer
    -du = mostrar tamanho não comprimido de cada arquivo

Por exemplo, para mostrar a contagem de bytes compactados em progresso durante a compactação do conteúdo do diretório Documentos:
$ zip nome_arquivo_zipado -db -r /home/Documentos

9 - Para não incluir no arquivo compactado determinados arquivos, podemos usar a opção -x. Por exemplo, para não incluir arquivos de musica MP3 podemos usar o seguinte comando:
$ zip nome_arquivo_zipado -r /home/Documentos -x *.mp3

10- Caso deseje proteger o conteúdo do arquivo compactado, é possível criptografá-lo com uma senha usando a opção -e (será pedida a senha durante a compactação):
$ zip nome_arquivo_zipado -r /home/Documentos -e


11 - É possível especificar o nível de compressão a ser aplicada nos arquivos empacotados com o comando zip. Os níveis são representados por números entre 0 e 9, e quanto maior a compressão, menor o tamanho do arquivo gerado porém maior o tempo necessário para criar o arquivo zip. Por exemplo, suponha que se deseje usar compressão em nível 6 ao criar um arquivo zipado:
$ zip nome_arquivo_zipado -r /home/Documentos -6


Próximo: Como descompactar e descomprimir arquivos com comando unzip

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Lixeira na linha de comandos do Linux

Como usar a Lixeira na linha de comandos do Linux

O utilitário trash-cli fornece uma lixeira para a linha de comandos no Linux. Desta forma, é possível excluir arquivos, sem no entanto apagá-los permanentemente do sistema - ao menos até que a lixeira seja limpa.

No geral, essa aplicação não é instalada por padrão, por isso é provável que você tenha de instalá-la usando o gerenciador de pacotes de sua distro.

Para sistemas baseados em Debian use o seguinte comando:
sudo apt-get install trash-cli

No Arch linux:
sudo pacman -S trash-cli

E no Linux Fedora / CentOS / Red Hat:
sudo yum install trash-cli

Enviando arquivos para a lixeira no Linux

Para apagar um arquivo enviando-o para a lixeira na linha de comandos basta emitir o comando trash, como segue:

$ trash caminho_nome_arquivo_ou_diretório

Desta forma o arquivo é apagado do diretório atual, mas não do sistema, ficando ainda armazenado na lixeira. Lembre-se de que o arquivo ainda continua ocupando espaço em disco, até que seja removido da lixeira e apagado do sistema em definitivo. Essa funcionalidade é semelhante à da Lixeira do Windows.

Visualizando o conteúdo da lixeira

Para visualizar o conteúdo da lixeira basta executar o comando trash-list:
$ trash-list

Restaurando arquivos da lixeira

Para restaurar um arquivo da lixeira (retorná-lo a seu diretório original), use o comando restore-trash. Serão exibidos todos os arquivos presentes na lixeira, com um número associado a cada um. Basta digitar o número do arquivo desejado, e ele será restaurado:
$ restore-trash

Apagando arquivos individuais da lixeira

Para excluir em definitivo um arquivo do sistema, que esteja na lixeira, usamos o comando trash-rm:
$ trash-rm arquivo

Desta forma, o arquivo especificado será permanentemente excluído do sistema.

Esvaziando a Lixeira

Caso queira ou necessite esvaziar a lixeira para liberar espaço em disco, rode o comando trash-empty:
$ trash-empty

Também é possível excluir da lixeira arquivos que tenham sido apagados há um certo número de dias e que, portanto, não são mais necessários. Para isso, basta especificar o número de dias. Por exemplo, para excluir em definitivo arquivos que estejam há 10 dias na lixeira, execute o seguinte comando:
$ trash-empty 10
 

terça-feira, 28 de novembro de 2017


Electrum-LTC Carteira de Litecoin

Instalação do Electrum-LTC e criação de uma carteira de Litecoin no Ubuntu Linux


Neste tutorial vamos mostrar como instalar uma carteira de Litecoin simples e fácil de usar, chamada Electrum-LTC, no Ubuntu Linux. Essa carteira é suportada no Windows, Linux e Mac OS X. A versão mais atual, quando este artigo foi escrito, é a 2.9.3.1, lançada em agosto de 2017. Possivelmente, quando você estiver lendo este artigo, uma nova versão terá sido lançada, mas a instalação deve continuar sendo realizada da mesma forma, mudando apenas o número da versão no comando a executar.

Como se trata de uma instalação no Linux, vamos usar o terminal e por isso não é necessário acessar o site oficial por meio de um navegador para baixar o software, mas caso você queira se informar melhor sobre o Electrum-LTC o site é https://electrum-ltc.org. No site também é possível baixar o código-fonte do aplicativo, caso você queira compilá-lo por si próprio antes de instalar.

Instalação do Electrum-LTC


A instalação é bem simples. Abra um terminal e execute o comando a seguir, que irá instalar pacotes relacionados ao Python necessários, incluindo o gerenciador de pacotes do Pythom, o pip:

sudo apt-get install python-qt4 python-pip python-dev

Após executar o comando anterior, vamos instalar o Electrum-LTC usando o pip por meio do comando a seguir:

sudo pip2 install https://electrum-ltc.org/download/Electrum-LTC-2.9.3.1.tar.gz

Quando a instalação finalizar, você poderá abrir o aplicativo executando o comando electrum-ltc, ou ainda clicando no ícone no Dashboard:

electrum-ltc

Abrindo o Electrum-LTC no Ubuntu Linux
Abrindo o Electrum-LTC no Ubuntu Linux via Dashboard

Assim que o programa for aberto pela primeira vez, será requisitada a criação de uma nova carteira de Litecoin, ou a importação do arquivo de uma carteira existente. Se você já tiver uma carteira, ou preferir criá-la usando outro serviço como o liteaddress.org, copie o arquivo dela para o computador e importe-a clicando no botão Escolher...

Vamos criar uma nova carteira, de nome carteira-testes. Digite o nome da carteira na caixa de textos Carteira, e clique no botão Próximo para avançãr:

Criar uma nova carteira de Litecoin com Electrum-LTC
Criar uma nova carteira de Litecoin com Electrum-LTC

Na tela seguinte você deve selecionar o tipo de carteira de Litecoin desejada. Vamos criar aqui uam carteira padrão, por isso escolheremos a opção "Standard wallet". Clique no botão Próximo para prosseguir com a criação da carteira:

Selecionar o tipo da carteira de Litecoin com Electrum-LTC
Selecionar o tipo da carteira de Litecoi
 Na tela seguinte temos a opção criar uma nova seed (semente) para geração das chaves criptográficas, ou restaurar uma carteira usando uma semente existente. Vamos selecionar a opção "Create a new seed" para criar uma nova semente e clicar novamente em Próximo:

Criar seed para carteira de litecoin Electrum-LTC
Criar seed para carteira de litecoin Electrum-LTC
 Na tela seguinte será exibida sua semente para geração da carteira, que consiste em uma série de palavras aleatórias. Anote as palavras em um papel, e guarde-as em local seguro, pois elas serão necessárias caso você precise recuperar a sua carteira se ocorrer algum problema com a máquina.
Clicando no botão Opções é possível estender essa semente usando palavras personalizadas, o que aumenta o nível de segurança da semente.
Clique em Próximo:

Semente criada na carteira de Litecoin
Semente criada na carteira de Litecoin
 Na tela seguinte você deve confirmar a semente digitando-a novamente no local apropriado, e então clicando em Próximo:

Digitar a semente no Electrum-LTC
Digitar a semente no Electrum-LTC

 Na próxima tela crie uma senha para criptografar o arquivo da carteira, e mantenha a caixa "Criptografar o arquivo da carteira" marcada. Use uma mistura de letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos para aumentar a segurança da senha. Clique em Próximo logo após.

Criptografar carteira de Litecoin
Criptografar carteira de Litecoin

Aguarde alguns instantes enquanto a carteira é criada.
Após criar a carteira, ela será aberta na guia Histórico, onde você poderá consultar o histórico de suas transações em Litecoin:

Carteira de Litecoin no Electrum-LTC no modo de Histórico
Carteira de Litecoin no Electrum-LTC no modo de Histórico
Para enviar dinheiro a alguém ou efetuar um pagamento, clique na guia Enviar e preencha os campos necessários para realizar a transação:

Enviar Litecoins com Electrum-LTC
Enviar Litecoins com Electrum-LTC
E para receber um pagamento em Litecoins, clique na aba Receber e preencha os campos de Descrição, Quantidade Solicitada e Data de Expiração do Pedido, e informe o endereço da carteira para quem irá lhe enviar os Litecoins, ou mostre o QRCode da carteira:

Receber Litecoins com wallet Electrum-LTC
Receber Litecoins com a carteira Electrum-LTC
É isso aí! O Electrum-LTC possui muitas opções de configuração, sobre as quais falaremos nos próximos artigos.

Até lá!



quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Como configurar Encaminhamento de Portas usando o Linux IPFire






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